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Clínica para dependentes químicos no interior de SP

Clínica para dependentes químicos no interior de SP

Clínica para dependentes químicos no interior de SP

Clinica para Dependentes Químicos sp zona leste É triste, mas a realidade é que a dependência química está afligindo cada vez mais a humanidade.

As famílias fazem seu papel conversando com seus filhos sobre o poder destrutivo das drogas, várias medidas sócio-educativas são adotadas nas escolas para impedir que os jovens tenham o primeiro contato com entorpecentes.

Mas o fato é que nem sempre as ações preventivas são suficientes ou, em certos casos, nem puderam ser aplicadas, surgindo então novos dependentes químicos.

Sabemos que a dependência química é uma doença, e que toda doença precisa de um tratamento.

E o tratamento mais indicado para qualquer tipo de doença é sempre procurar um local apropriado e um profissional adequado. Ou seja, um hospital e um médico.

No caso da dependência química funciona da mesma forma, porém no lugar de um hospital, será procurada uma clínica para dependentes químicos.

Nela, além de médicos, também trabalham enfermeiros, psicólogos, terapeutas e outros tipos de profissionais capacitados para ajudar o paciente no processo de recuperação.

Felizmente existem clínicas para dependentes químicos em praticamente todo o território nacional, inclusive no interior de SP. Clínica para dependentes químicos no interior de SP: qual a vantagem?

A principal vantagem de uma clínica para dependentes químicos ser localizada no interior de SP é a questão de existirem cidades mais tranquilas, com maior contato com a natureza, longe de toda a agitação dos grandes centros.

É fato que hoje em dia, muitos lugares no interior de SP que, algumas décadas atrás eram considerados tranquilos, já não são mais.

Mas em contrapartida, dados de uma pesquisa recente, apresentados pela Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo mostram que no mês de julho de 2019, ocorrências relacionadas a criminalidade como furtos, homicídios, porte ilegal de armas e de entorpecentes, diminuíram, comparando com o mesmo período no ano passado.

A pesquisa completa, você encontra aqui: http://www.ssp.sp.gov.br/Estatistica/Pesquisa.aspx.

Com baixos ou altos índices de criminalidade, é fato que o interior de SP é um lugar mais tranquilo e há mais contato com a natureza, comparando com a capital e grande SP.

Ainda falando de natureza, um estudo feito pelo pesquisador Peter James, da Universidade de Harvard, EUA, mostrou que mulheres que vivem próximas aos bosques, parques ou jardins, têm maior longevidade, e menos riscos de contrair doenças renais, respiratórias e transtornos mentais como estresse, ansiedade e depressão.

A pesquisa foi feita através da análise de mais de 108 mil prontuários médicos entre os anos de 2000 e 2008.

Para ter acesso à pesquisa completa, você pode acessar este link: https://www.hsph.harvard.edu/news/press-releases/plants-death-rates-women/.

“Ah, mas está em inglês e eu não sei ler em inglês!” Nada que um Google Tradutor não resolva!

Além de o contato mais próximo com a natureza, a clínica para dependentes químicos no interior de SP também tem outras vantagens que ajudam muito o paciente:

Por geralmente ficar em um local mais reservado, as identidades dos dependentes químicos são preservadas, os mantendo no anonimato.

A localização da clínica para dependentes químicos no interior de SP também ajuda no sentido de controlar o acesso de pessoas.

O dependente químico precisa de tranquilidade para se concentrar em sua reabilitação e o fluxo intenso de pessoas pode atrapalhar.

O acesso restrito de pessoas à clínica de recuperação funciona semelhante a um hospital. Ele não serve para isolar o paciente, mas sim ajudar no tratamento e reabilitação.

Assim também como no hospital, na clínica de recuperação o interno tem direito de receber visitas, mas sempre nos dias e horários pré-estabelecidos.

Lembrando que tudo segue um padrão e normas são estabelecidas com o único objetivo de ajudar na recuperação do dependente químico e/ou alcoólatra.

Agora que você já sabe algumas vantagens da clínica para dependentes químicos no interior de SP, te convido a conhecer o Grupo Recomeço!

O Grupo Recomeço tem mais de 20 anos de atuação e possui métodos terapêuticos completos e atualizados para ajudar dependentes químicos e alcoólatras.

Agende uma visita pelo site, acesse as redes sociais e compartilhe este artigo, caso tenha gostado!

Clinica para Dependentes Químicos sp zona leste

Clinica para Dependentes Químicos SP Zona Leste

Clinica para Dependentes Químicos SP Zona Leste

Clinica para Dependentes Químicos sp zona leste Conhece a Zona leste da cidade de São Paulo e as clínicas para dependentes químicos nesta região? Continue a leitura que irei te contar mais sobre o assunto!

A cidade de São Paulo é a mais populosa do Brasil, da América e também de todo hemisfério sul do nosso planeta! São mais de 12 milhões de habitantes morando na capital paulista, segundo dados do IBGE.

Impossível uma cidade com toda essa dimensão não ter problemas tão grandes quanto o tamanho dela. Mas vamos falar logo mais sobre isso.

São 96 distritos e 32 subprefeituras para atendar melhor o que a prefeitura chama de “pequenos municípios” dentro da capital.

Em uma divisão de território um pouco mais ampla, a cidade está dividida em 5 partes:
• Região Central
• Zona Norte
• Zona Sul
• Zona Oeste
• Zona Leste

Zona Leste

Os bairros mais conhecidos que compõem a zona leste da capital paulista são:
• Aricanduva/Vila Formosa
• Cidade Tiradentes
• Ermelino Matarazzo
• Guaianases
• Itaim Paulista
• Itaquera
• Mooca
• Penha
• São Mateus
• São Miguel Paulista
• Sapopemba
• Vila Prudente

Agora que você conhece um pouquinho da zona leste de São Paulo, vamos falar sobre um problema que preocupa não só esta região específica, mas todo o país e até mesmo o mundo: as drogas.

Infelizmente devido à grande população, problemas sociais e a criminalidade crescente, o tráfico de drogas é muito alto na região.

Por exemplo, no mês de julho de 2019, o portal de notícias R7 informou que no dia 16 deste mesmo mês, um casal foi preso no Jardim Itápolis com cerca de 400kg de drogas entre maconha e crack, mais a quantia aproximada de R$ 47 mil em dinheiro. A polícia afirmou que este homem seria o responsável pelo tráfico na região e que a droga apreendida seria distribuída para os bairros da zona leste paulista.

Outra ocorrência mais recente também noticiada pelo portal R7, informou que dois homens foram presos em Guaianases por tráfico de drogas. Um deles havia ingerido 100 cápsulas de cocaína. A droga tinha destino final a Etiópia e seria comercializada no país.

Até mesmo o funkeiro MC Guimê já foi preso duas vezes por porte de drogas. Uma em 2016, e a outra em março de 2019. Nesta última vez, estava no bairro de Cangaíba, zona leste de São Paulo e foi levado para o 10º DP, na Penha, mesma região. Após assinar um termo circunstanciado, foi liberado. Em entrevista cedida no ano de 2014 à Folha, o famoso confessou que usava maconha todos os dias.

Agora que você já sabe de algumas ocorrências na zona leste de São Paulo referindo-se a tráfico de drogas, nem preciso dizer que ali existem muitos dependentes químicos. Onde há muita mercadoria para se oferecer, geralmente há também muito clientela.

Mas nem tudo são más notícias. Assim como há tráfico de drogas e dependentes químicos, também existem as clínicas de recuperação.

O Grupo Recomeço é uma clínica para dependentes químicos SP zona Leste. Ela possui os melhores profissionais e um atendimento completo que abrange as áreas física, psicológica e social.

Se você mora, ou conhece alguém que more na zona leste de São Paulo e esteja precisando de uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, entre em contato com o Grupo Recomeço para mais informações! Teremos um imenso prazer em atende-lo(a)!

Centro de recuperação para dependentes químicos

Centro de recuperação para dependentes químicos: o que são e como funcionam?

Centro de recuperação para dependentes químicos: o que são e como funcionam?

Centro de recuperação para dependentes químicosSe você digitar no Google as palavras “centro de recuperação para dependentes químicos” vai encontrar diversas propagandas de vários estabelecimentos oferecendo seus serviços.

Mas ainda existe muita dúvida sobre como estes centros de recuperação são e como funcionam.

Quando você ou alguém da sua família fica doente, qual a primeira coisa que costuma fazer?

Dependendo do problema, talvez toma um remédio, do tipo analgésico. Se você não tem o medicamento em casa, vai até a farmácia mais próxima e compra, certo?

Lembrando que estamos falando de doenças comuns como, por exemplo, um resfriado, dor de cabeça, aquela dorzinha no estômago quando você come algo que não cai bem.

Nestes casos, além de tomar os remédios vendidos em farmácias e drogarias, você também tem a opção de tomar os remédios caseiros a base de ervas e produtos naturais, a famosa receita da vovó.

Mas e quando você já tomou aquele chazinho medicinal caseiro e já tomou também o comprimido analgésico e a dor ainda continua? O que fazer?

Muito provavelmente você irá a um hospital para consultar-se com um médico e, se for necessário, fazer alguns exames. Daí então, o médico decidirá qual o tratamento mais adequado para você.

Suponhamos que você estava com uma dor no estômago.

Após os resultados dos exames, o médico constatou que você precisa ficar internado(a) e fazer uma cirurgia. Foi constatado que há um corpo estranho dentro do seu estômago!

Calma! Nem você, nem eu, queremos passar por isso. Apenas estamos supondo uma situação, ok?

Sua cirurgia foi um sucesso! Parabéns! O médico retirou um pequeno objeto de metal do seu estômago. Não me pergunte do que se trata nem como ele foi parar lá…

Agora é hora de ir para casa, certo?! Errado! O médico disse que você precisa ficar em observação antes de te dar alta.

Apesar de sua cirurgia ter sido um sucesso e você estar com um quadro médico estável, ainda são necessários alguns cuidados para que você volte para casa 100%.

Da mesma forma que você ou qualquer pessoa que fique doente e precise de ajuda profissional, também acontece com um dependente químico.

Lembrando que a dependência química é uma doença e assim como qualquer outra, precisa de tratamento adequado.

Daí que entra o centro de recuperação para dependentes químicos.

Muito além de ser um hospital comum, o centro de recuperação para dependentes químicos é um local de acolhimento.

Além do tratamento médico, o centro de recuperação irá ajudar o paciente com atividades que façam bem ao seu corpo e sua mente.

A prática de esportes, por exemplo, é algo que ajuda o dependente químico a sentir prazer e também é um meio de socializar.

Outros métodos que fazem parte da reabilitação do paciente é a prática de pequenos serviços voluntários mostrando que o indivíduo pode ser útil com seu trabalho.

O apoio a família por parte do centro de recuperação também faz parte do tratamento, afinal os familiares também sofrem com a dependência química de um ente querido.

Resumindo, quando o dependente químico é internado, ele passará por exames médicos e procedimentos que o deixarão livre do vício e pronto para retornar a sociedade.

Igual o exemplo da sua ida ao hospital devido a dor no estômago. Enquanto você não estiver 100%, o médico não irá te dar alta.

Assim também acontece com o dependente químico.

Se você precisa de ajuda ou conhece alguém que esteja precisando, entre em contato com o Grupo Recomeço e receba mais detalhes.

Internação Compulsória para Alcoólatras

Internação Compulsória para Alcoólatras: Saiba o que é e como conseguir ajuda.

Internação Compulsória para Alcoólatras: Saiba o que é e como conseguir ajuda.

Internação Compulsória para AlcoólatrasAntes de mais nada, você sabe a diferença entre internação voluntária, involuntária e internação compulsória para alcoólatras? Fique comigo que vou te contar as diferenças de cada uma.

Se você já foi até a praia ou algum clube aquático, provavelmente deve ter visto um salva-vidas. Aquelas pessoas que ficam de olho nos que estão no mar ou piscina para evitar que se afoguem. Claro que tanto o salva-vidas, quanto todas as outras pessoas que estão se divertindo não querem que nenhum acidente relacionado a afogamento aconteça. Mas e se acontecer, como proceder? O que deve ser feito para ajudar quem está se afogando?

Na imensa maioria das vezes uma pessoa que está no mar ou em alguma piscina e começa a se afogar, se desespera. A primeira coisa que ela quer fazer é se agarrar em algo ou em alguém para que não afunde e morra afogada. Por isso que os salva-vidas têm a técnica de sempre tentar resgatar quem está se afogando chegando pelas costas dela. Pois geralmente se o indivíduo vê o salva-vidas, ele irá agarrá-lo e além de se afogar, irá também afogar o salva-vidas devido ao desespero.

Mas e se isso acontecer? Se a pessoa que está se afogando começar a puxar para baixo o salva-vidas e também começar a afoga-lo? Eis que o salva-vidas precisa tomar uma atitude mais dura. Precisa nocauteá-la! Isso mesmo! De cara isso pode parecer uma maldade com quem precisa de ajuda urgentemente. Mas na verdade é bem o contrário. Imagine que se o salva-vidas não desmaiar a pessoa que está se afogando, ambos irão morrer! Sabe aquela frase que diz: “vai doer mais em mim do que em você” ou “estou fazendo isso para o seu próprio bem”? É por aí.

Você deve estar se perguntando: O que essa história de salva-vidas e afogamento tem a ver com alcoolismo, internação compulsória, voluntária e involuntária?

Vamos imaginar que um casal foi para a praia. O homem quer ir dar um mergulho no mar e a mulher quer ficar na areia relaxando e tomando um banho de sol. E perto deles existe um salva-vidas.

Imaginemos agora 3 situações:

1. Na primeira, o homem está nadando, porém percebeu que o mar estava muito agitado e aos poucos estava o arrastando para mais longe da praia. Por conta própria, ele decide sair das águas e ir para junto de sua companheira.
2. Na segunda, o homem está nadando, o mar está bem agitado, mas ele está se divertindo e a água está tão agradável que ele não percebe o perigo. Mas sua companheira o observa de longe e percebe. Acena para ele, vai até a beira do mar e consegue afastá-lo do perigo.
3. Na terceira, o homem também não percebe o perigo, e nem mesmo sua companheira. Tanto que o homem começa a se afogar. Neste momento a mulher não pode ajudar, pois ele está muito longe da praia, o mar está agitado e ela também não é boa nadadora. É então que o salva-vidas entra em ação. Se for necessário, ele irá nocautear o homem que está se afogando para salvá-lo.

Agora, fazendo uma comparação, imagine que o homem representa um alcoólatra. A mulher é a família do alcoólatra. E o salva-vidas é um juiz, um magistrado.

Na primeira situação comparamos com a internação voluntária. Neste caso o alcoólatra reconhece que está numa situação perigosa que pode leva-lo a uma situação pior ainda e por conta própria procura a ajuda e aceita a internação.

Na segunda situação comparamos com a internação involuntária onde o alcoólatra não reconhece o perigo que corre e então a família o ajuda providenciando sua internação.

E finalmente na terceira situação, comparamos com a internação compulsória. Neste caso um juiz autoriza a internação do alcoólatra, independente da família aceitar ou não.

Conseguiu entender a diferença entre internação voluntária, involuntária e compulsória?

Se você conhece alguém que se encaixe em algum dos três exemplos acima, ou até mesmo você precise de tal ajuda e se encaixa no primeiro exemplo, saiba que o Grupo Recomeço pode e irá ajudar! Entre em contato conosco para saber mais detalhes.

Como ajudar uma pessoa alcoólatra?

Como ajudar uma pessoa alcoólatra?

Como ajudar uma pessoa alcoólatra?

Como ajudar uma pessoa alcóolatra?Você muito provavelmente deve conhecer alguém que tem ou já teve problemas com bebidas alcoólicas. Além de causar danos a sua própria saúde, direta ou indiretamente, também prejudica de forma física ou psicológica seus familiares e pessoas próximas. Mas como ajudar uma pessoa a livrar-se deste problema tão grave?

” Já que me ensinou a beber
Já que me ensinou a sofrer
Me ensina, por favor
Como é que faz pra te esquecer”

Este é o refrão da música “Já que me ensinou a beber”, interpretada pela banda de forró “Os Barões da Pisadinha”. Na letra da música percebemos a história de alguém que não conseguiu superar o término de um relacionamento e, por intermédio desta dificuldade, tornou-se viciada em bebida alcóolica. Esta ideia fica mais evidente no trecho a seguir:

”Cê me tirou do coração
E eu não te tirei da mente
O álcool não apaga
A saudade da gente…”

Apesar de ser uma letra de música, retrata a triste realidade de muitas pessoas que recorrem à bebida alcoólica para tentar esquecer a pessoa amada. Muitos se iludem pensando que vão encontrar a solução de seus problemas entregando-se ao consumo abusivo de álcool. Como o próprio verso da música diz: “o álcool não apaga a saudade da gente”.

O álcool não apaga a saudade, o álcool não traz a pessoa amada de volta, o álcool não elimina as dívidas, o álcool não muda o passado…

Vemos na música citada anteriormente o exemplo de uma pessoa que começou a beber por causa do fim de um relacionamento amoroso, mas são vários os motivos que podem levar alguém ao vício em álcool. Nem sempre um indivíduo se torna alcoólatra por tentar esquecer ou livrar-se de algum problema. O vício pode surgir da inocente “cervejinha” com os amigos no final de semana, ou de reuniões em família. Não que isto seja errado. Mas é necessário ter muito cuidado e também moderação, como as próprias propagandas de bebidas alcoólicas sugerem. É fundamental o discernimento entre o consumo social da bebida alcoólica e do abuso da mesma. Um momento de diversão, de descontração, de relaxamento, futuramente pode se transformar em momentos de dificuldade e, até mesmo destruição, caso a pessoa venha a perder o controle da situação.

Um relatório oficial da OMS (Organização Mundial da Saúde) publicado em 21 de setembro de 2018, trouxe alguns dados referentes ao consumo de álcool no mundo:

  • Em 2016 mais de 3 milhões de pessoas morreram devido ao consumo abusivo de álcool. Destes 3 milhões, mais de três quartos eram homens.
  • Aproximadamente 283 milhões de pessoas sofrem de algum transtorno causado pelo consumo de álcool.
  • O consumo médio diário de quem bebe álcool é de 33 gramas de álcool puro. Este número equivale a uma garrafa de cerveja de 750 ml.

Como vemos, o consumo excessivo de álcool é um problema que traz graves consequências para a humanidade. Mas voltando a pergunta do início, como ajudar uma pessoa que sofre com o alcoolismo?

Infelizmente é comum que o dependente alcoólico não reconheça sua doença. E na grande maioria das vezes isso só acontece quando se chega no “fundo do poço”. Antes que isso aconteça, é fundamental a ajuda da família e/ou amigos.

A seguir, algumas dicas de como ajudar uma pessoa alcoolista:

  • Em primeiro lugar, você precisa aceitar que o alcoolismo é uma doença e procurar conhece-la. Você não vai convencer que alguém está doente se você mesmo não acredita nisso;
  • Cuidado com o próprio envolvimento emocional. Esta é hora de deixar ressentimentos do passado de lado. Não se deve agir com sentimentos de vingança ou rancor, por mais difícil que isso possa ser. Perdão e compaixão são muito importantes neste momento;
  • Ofereça segurança. Mostre que você é uma pessoa de confiança e que também confia na pessoa e que ela pode ter uma qualidade de vida melhor;
  • Seja paciente e perseverante, pois este processo não é fácil e pode demorar um tempo até que a pessoa reconheça que tem uma doença e precisa de tratamento;
  • Finalmente, quando a pessoa aceitar o fato de que precisa de ajuda, faça o acompanhamento, não a abandone até que esteja totalmente livre da dependência.

O próximo passo é procurar a ajuda de profissionais. O Grupo Recomeço tem os melhores métodos e profissionais para ajudar todos os tipos de dependentes químicos, inclusive dependentes alcoólicos. Entre em contato conosco para saber mais detalhes.

Também recomendo a leitura do livro Solução para Farmacodependentes de Luis Antonio Correia, Edições Loyola, 1987, pág. 114.

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