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Centro de recuperação para dependentes químicos

Centro de recuperação para dependentes químicos: o que são e como funcionam?

Centro de recuperação para dependentes químicos: o que são e como funcionam?

Centro de recuperação para dependentes químicosSe você digitar no Google as palavras “centro de recuperação para dependentes químicos” vai encontrar diversas propagandas de vários estabelecimentos oferecendo seus serviços.

Mas ainda existe muita dúvida sobre como estes centros de recuperação são e como funcionam.

Quando você ou alguém da sua família fica doente, qual a primeira coisa que costuma fazer?

Dependendo do problema, talvez toma um remédio, do tipo analgésico. Se você não tem o medicamento em casa, vai até a farmácia mais próxima e compra, certo?

Lembrando que estamos falando de doenças comuns como, por exemplo, um resfriado, dor de cabeça, aquela dorzinha no estômago quando você come algo que não cai bem.

Nestes casos, além de tomar os remédios vendidos em farmácias e drogarias, você também tem a opção de tomar os remédios caseiros a base de ervas e produtos naturais, a famosa receita da vovó.

Mas e quando você já tomou aquele chazinho medicinal caseiro e já tomou também o comprimido analgésico e a dor ainda continua? O que fazer?

Muito provavelmente você irá a um hospital para consultar-se com um médico e, se for necessário, fazer alguns exames. Daí então, o médico decidirá qual o tratamento mais adequado para você.

Suponhamos que você estava com uma dor no estômago.

Após os resultados dos exames, o médico constatou que você precisa ficar internado(a) e fazer uma cirurgia. Foi constatado que há um corpo estranho dentro do seu estômago!

Calma! Nem você, nem eu, queremos passar por isso. Apenas estamos supondo uma situação, ok?

Sua cirurgia foi um sucesso! Parabéns! O médico retirou um pequeno objeto de metal do seu estômago. Não me pergunte do que se trata nem como ele foi parar lá…

Agora é hora de ir para casa, certo?! Errado! O médico disse que você precisa ficar em observação antes de te dar alta.

Apesar de sua cirurgia ter sido um sucesso e você estar com um quadro médico estável, ainda são necessários alguns cuidados para que você volte para casa 100%.

Da mesma forma que você ou qualquer pessoa que fique doente e precise de ajuda profissional, também acontece com um dependente químico.

Lembrando que a dependência química é uma doença e assim como qualquer outra, precisa de tratamento adequado.

Daí que entra o centro de recuperação para dependentes químicos.

Muito além de ser um hospital comum, o centro de recuperação para dependentes químicos é um local de acolhimento.

Além do tratamento médico, o centro de recuperação irá ajudar o paciente com atividades que façam bem ao seu corpo e sua mente.

A prática de esportes, por exemplo, é algo que ajuda o dependente químico a sentir prazer e também é um meio de socializar.

Outros métodos que fazem parte da reabilitação do paciente é a prática de pequenos serviços voluntários mostrando que o indivíduo pode ser útil com seu trabalho.

O apoio a família por parte do centro de recuperação também faz parte do tratamento, afinal os familiares também sofrem com a dependência química de um ente querido.

Resumindo, quando o dependente químico é internado, ele passará por exames médicos e procedimentos que o deixarão livre do vício e pronto para retornar a sociedade.

Igual o exemplo da sua ida ao hospital devido a dor no estômago. Enquanto você não estiver 100%, o médico não irá te dar alta.

Assim também acontece com o dependente químico.

Se você precisa de ajuda ou conhece alguém que esteja precisando, entre em contato com o Grupo Recomeço e receba mais detalhes.

Internação Compulsória para Alcoólatras

Internação Compulsória para Alcoólatras: Saiba o que é e como conseguir ajuda.

Internação Compulsória para Alcoólatras: Saiba o que é e como conseguir ajuda.

Internação Compulsória para AlcoólatrasAntes de mais nada, você sabe a diferença entre internação voluntária, involuntária e internação compulsória para alcoólatras? Fique comigo que vou te contar as diferenças de cada uma.

Se você já foi até a praia ou algum clube aquático, provavelmente deve ter visto um salva-vidas. Aquelas pessoas que ficam de olho nos que estão no mar ou piscina para evitar que se afoguem. Claro que tanto o salva-vidas, quanto todas as outras pessoas que estão se divertindo não querem que nenhum acidente relacionado a afogamento aconteça. Mas e se acontecer, como proceder? O que deve ser feito para ajudar quem está se afogando?

Na imensa maioria das vezes uma pessoa que está no mar ou em alguma piscina e começa a se afogar, se desespera. A primeira coisa que ela quer fazer é se agarrar em algo ou em alguém para que não afunde e morra afogada. Por isso que os salva-vidas têm a técnica de sempre tentar resgatar quem está se afogando chegando pelas costas dela. Pois geralmente se o indivíduo vê o salva-vidas, ele irá agarrá-lo e além de se afogar, irá também afogar o salva-vidas devido ao desespero.

Mas e se isso acontecer? Se a pessoa que está se afogando começar a puxar para baixo o salva-vidas e também começar a afoga-lo? Eis que o salva-vidas precisa tomar uma atitude mais dura. Precisa nocauteá-la! Isso mesmo! De cara isso pode parecer uma maldade com quem precisa de ajuda urgentemente. Mas na verdade é bem o contrário. Imagine que se o salva-vidas não desmaiar a pessoa que está se afogando, ambos irão morrer! Sabe aquela frase que diz: “vai doer mais em mim do que em você” ou “estou fazendo isso para o seu próprio bem”? É por aí.

Você deve estar se perguntando: O que essa história de salva-vidas e afogamento tem a ver com alcoolismo, internação compulsória, voluntária e involuntária?

Vamos imaginar que um casal foi para a praia. O homem quer ir dar um mergulho no mar e a mulher quer ficar na areia relaxando e tomando um banho de sol. E perto deles existe um salva-vidas.

Imaginemos agora 3 situações:

1. Na primeira, o homem está nadando, porém percebeu que o mar estava muito agitado e aos poucos estava o arrastando para mais longe da praia. Por conta própria, ele decide sair das águas e ir para junto de sua companheira.
2. Na segunda, o homem está nadando, o mar está bem agitado, mas ele está se divertindo e a água está tão agradável que ele não percebe o perigo. Mas sua companheira o observa de longe e percebe. Acena para ele, vai até a beira do mar e consegue afastá-lo do perigo.
3. Na terceira, o homem também não percebe o perigo, e nem mesmo sua companheira. Tanto que o homem começa a se afogar. Neste momento a mulher não pode ajudar, pois ele está muito longe da praia, o mar está agitado e ela também não é boa nadadora. É então que o salva-vidas entra em ação. Se for necessário, ele irá nocautear o homem que está se afogando para salvá-lo.

Agora, fazendo uma comparação, imagine que o homem representa um alcoólatra. A mulher é a família do alcoólatra. E o salva-vidas é um juiz, um magistrado.

Na primeira situação comparamos com a internação voluntária. Neste caso o alcoólatra reconhece que está numa situação perigosa que pode leva-lo a uma situação pior ainda e por conta própria procura a ajuda e aceita a internação.

Na segunda situação comparamos com a internação involuntária onde o alcoólatra não reconhece o perigo que corre e então a família o ajuda providenciando sua internação.

E finalmente na terceira situação, comparamos com a internação compulsória. Neste caso um juiz autoriza a internação do alcoólatra, independente da família aceitar ou não.

Conseguiu entender a diferença entre internação voluntária, involuntária e compulsória?

Se você conhece alguém que se encaixe em algum dos três exemplos acima, ou até mesmo você precise de tal ajuda e se encaixa no primeiro exemplo, saiba que o Grupo Recomeço pode e irá ajudar! Entre em contato conosco para saber mais detalhes.

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