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Clinica para Dependentes Químicos sp zona leste

Clinica para Dependentes Químicos SP Zona Leste

Clinica para Dependentes Químicos SP Zona Leste

Clinica para Dependentes Químicos sp zona leste Conhece a Zona leste da cidade de São Paulo e as clínicas para dependentes químicos nesta região? Continue a leitura que irei te contar mais sobre o assunto!

A cidade de São Paulo é a mais populosa do Brasil, da América e também de todo hemisfério sul do nosso planeta! São mais de 12 milhões de habitantes morando na capital paulista, segundo dados do IBGE.

Impossível uma cidade com toda essa dimensão não ter problemas tão grandes quanto o tamanho dela. Mas vamos falar logo mais sobre isso.

São 96 distritos e 32 subprefeituras para atendar melhor o que a prefeitura chama de “pequenos municípios” dentro da capital.

Em uma divisão de território um pouco mais ampla, a cidade está dividida em 5 partes:
• Região Central
• Zona Norte
• Zona Sul
• Zona Oeste
• Zona Leste

Zona Leste

Os bairros mais conhecidos que compõem a zona leste da capital paulista são:
• Aricanduva/Vila Formosa
• Cidade Tiradentes
• Ermelino Matarazzo
• Guaianases
• Itaim Paulista
• Itaquera
• Mooca
• Penha
• São Mateus
• São Miguel Paulista
• Sapopemba
• Vila Prudente

Agora que você conhece um pouquinho da zona leste de São Paulo, vamos falar sobre um problema que preocupa não só esta região específica, mas todo o país e até mesmo o mundo: as drogas.

Infelizmente devido à grande população, problemas sociais e a criminalidade crescente, o tráfico de drogas é muito alto na região.

Por exemplo, no mês de julho de 2019, o portal de notícias R7 informou que no dia 16 deste mesmo mês, um casal foi preso no Jardim Itápolis com cerca de 400kg de drogas entre maconha e crack, mais a quantia aproximada de R$ 47 mil em dinheiro. A polícia afirmou que este homem seria o responsável pelo tráfico na região e que a droga apreendida seria distribuída para os bairros da zona leste paulista.

Outra ocorrência mais recente também noticiada pelo portal R7, informou que dois homens foram presos em Guaianases por tráfico de drogas. Um deles havia ingerido 100 cápsulas de cocaína. A droga tinha destino final a Etiópia e seria comercializada no país.

Até mesmo o funkeiro MC Guimê já foi preso duas vezes por porte de drogas. Uma em 2016, e a outra em março de 2019. Nesta última vez, estava no bairro de Cangaíba, zona leste de São Paulo e foi levado para o 10º DP, na Penha, mesma região. Após assinar um termo circunstanciado, foi liberado. Em entrevista cedida no ano de 2014 à Folha, o famoso confessou que usava maconha todos os dias.

Agora que você já sabe de algumas ocorrências na zona leste de São Paulo referindo-se a tráfico de drogas, nem preciso dizer que ali existem muitos dependentes químicos. Onde há muita mercadoria para se oferecer, geralmente há também muito clientela.

Mas nem tudo são más notícias. Assim como há tráfico de drogas e dependentes químicos, também existem as clínicas de recuperação.

O Grupo Recomeço é uma clínica para dependentes químicos SP zona Leste. Ela possui os melhores profissionais e um atendimento completo que abrange as áreas física, psicológica e social.

Se você mora, ou conhece alguém que more na zona leste de São Paulo e esteja precisando de uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, entre em contato com o Grupo Recomeço para mais informações! Teremos um imenso prazer em atende-lo(a)!

Internação para Dependentes Químicos

Internação para Dependentes Químicos

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, no dia 05 de junho, o projeto que modifica a lei de internação para dependentes químicos.

De acordo com o novo texto, que altera a então vigente Lei Antidrogas (11.343/06), a internação do dependente químico poderá ser feita sem o seu consentimento.

O projeto estabelece que a União será responsável por formular e coordenar a Política Nacional Antidrogas, integrando processos nos planos federal, estaduais e municipais.
A internação involuntária do usuário de drogas poderá ser solicitada por qualquer familiar, responsável legal ou servidor público da área da saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sisnad (Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas). Contudo, a internação só deverá ocorrer após uma avaliação e formalização médica.

Ainda segundo a nova lei, todas as internações e altas deverão ser informadas ao Ministério Público, à Defensoria Pública e a outros órgãos de fiscalização do Sisnad em até 72 horas. O novo texto também estabelece que, independentemente do tipo de internação, será necessário montar um Plano Individual de Atendimento (PIA), elaborado juntamente com os familiares do dependente.
Contudo, apesar da necessidade de comunicar às autoridades, a proposta de lei garante o sigilo das informações do paciente.

Na legislação de 2006, não havia previsão de internação sem o consentimento do dependente. Ela só era prevista na Lei 10.216, de 2001, que especifica o modelo de saúde mental e prevê três categorias de internação: a voluntária, quando a pessoa se interna por vontade própria; a compulsória, quando isso ocorre devido a uma ordem judicial; e a involuntária, quando ela é internada contra sua vontade por ser considerada um risco para a sua vida e a de outros.
Com a nova lei, a internação para dependentes químicos, quando feita sem o consentimento do paciente, poderá ter duração máxima de 90 dias, tendo seu término determinado pelo médico responsável. Para interromper a internação, diferentemente do previsto na Lei da Reforma Psiquiátrica, de 2001, que atribuía à família ou ao responsável legal o poder de ordenar o fim do tratamento, será necessário solicitar ao médico.

A internação poderá ser realizada apenas em unidades de saúde ou hospitais gerais providos de equipes multidisciplinares e deverá ser autorizada por um médico. Sua indicação ocorrerá após uma avaliação sobre o tipo de substância utilizada, o padrão de uso e quando comprovada a impossibilidade de utilização de outras alternativas terapêuticas previstas na rede de atenção à saúde.
Dessa forma, a internação, em quaisquer de suas categorias, só será indicada caso os recursos extra-hospitalares se apresentarem insuficientes.

A nova lei (13.840/19) foi aprovada com 27 vetos, que serão analisados pelo Congresso Nacional. Entre eles destaca-se todo o artigo que modificava as penas por tráfico de drogas. A redação ampliava a pena mínima para o traficante que comandasse a organização criminosa, que passaria de cinco para oito anos de reclusão.

O texto também definia organização criminosa e englobava atenuante para impedir a aplicação da pena de tráfico aos usuários.

Jair Bolsonaro vetou ainda a oportunidade de realização de uma avaliação médica preliminar de dependente, em comunidade terapêutica, por um profissional fora da área da saúde. O veto foi recomendado pelos ministérios da Justiça e da Saúde, que alegaram que o dispositivo viola o direito fundamental do usuário de drogas à saúde.
Outro veto caiu sobre a reserva de 3% de vagas criadas em contratos de obras e serviços públicos para os usuários em tratamento. Para o Ministério da Economia, a cota estabelecida criaria discriminação entre os trabalhadores, sem proporcionalidade e razoabilidade.

Outros vetos da nova lei de internação para dependentes químicos:

  • repasse aos estados de 80% do valor arrecadado com a venda de bens apreendidos do tráfico para a criação de programas de combate ao consumo de drogas;
  • possibilidade de dedução do Imposto de Renda para os contribuintes – pessoas física ou jurídica – que doarem a projetos de atenção ao usuário de drogas;
  • proibição de venda dos itens apreendidos por uma quantia inferior a 80% da avaliação feita pela Justiça;
  • elaboração do sistema nacional de informação, avaliação e gestão das políticas sobre drogas;
  • avaliação médica, com prioridade de acolhimento e atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS), dos pacientes acolhidos pelas comunidades terapêuticas.

Para ser derrubado, um veto precisa da maioria absoluta dos votos na Câmara dos Deputados (257) e no Senado Federal (41).

Comunidades de acolhimento

O processo de acolhimento nas comunidades terapêuticas será sempre por adesão voluntária. É de responsabilidade delas oferecer um ambiente residencial favorável à promoção do desenvolvimento pessoal do paciente.
A internação de dependentes químicos nas comunidades dependerá exclusivamente de avaliação médica. Pessoas com problemas psicológicos ou de saúde de natureza grave não poderão ser acolhidas nessas comunidades.

O autor da proposta e também ministro da Cidadania, Osmar Terra, garante que a nova lei de internação para dependentes químicos é mais rápida e serve para atender e beneficiar usuários que estejam em seu momento mais crítico, que é o da desintoxicação.

Sinais de Dependência Alcoólica

Sinais de Dependência Alcoólica

Sinais de Dependência Alcoólica

Sinais de Dependência AlcoólicaSaiba como identificar os sinais de dependência alcoólica e entenda a importância do tratamento para a recuperação do paciente.

Além da predisposição genética para a dependência, existem outros fatores que podem estar relacionados ao alcoolismo, como ansiedade, angústia, insegurança, fácil acesso ao álcool e condições culturais.

O alcoolismo é uma doença crônica, caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool. Contudo, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a doença não se define pela quantidade de bebida que o usuário consome, mas sim pela relação que ele tem com a substância.

A doença se caracteriza pela vontade insaciável e incontrolável de beber. Outros sintomas do alcoolismo são a falta de controle ao tentar parar de ingerir bebidas alcoólicas, a tolerância cada vez maior ao álcool e a dependência física, que se manifesta através de sintomas físicos e psíquicos em casos de abstinência.

Dessa forma, entende-se que o vício ocorre quando o usuário consome bebidas alcoólicas e, apesar do hábito estar prejudicando a sua saúde, ele não consegue abandoná-lo.Isso significa que o diagnóstico do alcoolismo não possui associação com o tipo ou a quantidade de álcool ingerido pela pessoa, mas sim com a capacidade que ela tem em controlar a ingestão da substância.

Apesar do alcoolismo ser considerado uma doença, é bastante comum encontrar pessoas que não sabem ou então não acreditam que a dependência e o consumo abusivo de álcool é extremamente prejudicial à saúde e deve ser levado a sério.

Os malefícios do alcoolismo

É absolutamente normal encontrarmos estudos científicos e inúmeras pessoas entusiastas e favoráveis ao consumo de álcool sugerindo que uma ou duas doses diárias trazem benefícios para o organismo.

Contudo, um relatório feito pela Organização Mundial da Saúde concluiu que a substância aumenta o risco de desenvolver depressão, ansiedade, cirrose, pancreatite e ainda potencializa as chances de suicídio, acidentes de trânsito e envolvimento em situações violentas.

O álcool ainda tem correlação com o câncer de boca, nariz, laringe, esôfago, fígado e, nas mulheres, o de mama. Em todo o mundo, estima-se que entre 4% e 30% das mortes por câncer podem estar associadas ao consumo de bebidas alcoólicas.

Até mesmo a ingestão moderada da substância pode oferecer riscos à saúde. A comumente recomendada dose diária aumenta em 4% as chances de câncer de mama, enquanto o uso exagerado pode ampliar em até 50% o risco de desenvolver a doença.

Além disso, o consumo abusivo de álcool enfraquece o sistema imunológico e tem relação com o desenvolvimento de doenças como pneumonia e tuberculose. A bebida ainda incentiva o comportamento sexual sem proteção, o que pode contribuir para aumentar as chances de se contrair doenças sexualmente transmissíveis.

Ao total, são mais de 200 doenças e lesões que podem estar relacionadas com o consumo da substância, sendo 30 causadas apenas por ela.

Para evitar os malefícios que o álcool oferece, é fundamental prestar atenção nos sintomas e buscar o tratamento o mais rápido possível. A seguir, vamos apresentar alguns sinais que estão associados ao comportamento de um alcoólatra.

Sinais de dependência alcoólica

O alcoolismo, assim como qualquer outra doença, traz consigo alguns sintomas. Na grande maioria das vezes, o dependente tende a negar o vício e a necessidade de receber ajuda, por isso, o apoio da família é primordial para combater e tratar a doença.

Em geral, é possível afirmar que os alcoolistas:

  • costumam beber sozinhos e sem qualquer justificativa;
  • apresentam uma forte necessidade e um desejo incontrolável de beber;
  • não conseguem abandonar o vício, mesmo que ele esteja afetando a sua vida pessoal e
    profissional;
  • apresentam alterações no humor;
  • comem mal ou deixam de se alimentar;
  • podem apresentar paranoia e alucinações;
  • sempre encontram uma desculpa para beber;
  • tentam esconder e disfarçar o consumo excessivo de álcool;
  • não conseguem ficar um dia sem ingerir bebidas alcoólicas;
  • evitam frequentar locais e eventos onde não possam beber;
  • apresentam sintomas de abstinência ao ficar sem consumir a substância;
  • bebem cada vez mais para sustentar o nível de álcool no corpo e atingir a intoxicação ou o
    efeito desejado;
  • gastam muito tempo em atividades necessárias para a obtenção de bebidas alcoólicas;
  •  apresentam perda de memória.

Caso qualquer um desses sinais de dependência alcoólica seja percebido, é crucial auxiliar o dependente e buscar tratamento o mais rápido possível.

Algumas questões importantes que podem auxiliar no diagnóstico precoce do alcoolismo:

Se em qualquer uma das perguntas a resposta for sim, é fundamental investigar a questão e realizar uma consulta com um médico especialista. Apenas um sim pode indicar um possível problema.

Contudo, mesmo que todas as respostas sejam não, é recomendável buscar a ajuda de profissionais da saúde sempre que o álcool começar a afetar negativamente a rotina e a vida do usuário.

Combater o alcoolismo é uma questão de saúde pública, por isso, é essencial prestar atenção em qualquer um dos sinais de dependência alcoólica . Caso o indivíduo apresente qualquer um dos sintomas, o apoio da família, dos amigos e o devido tratamento são indispensáveis para a sua total recuperação.

Como a família pode ajudar um dependente químico

Como a família pode ajudar um dependente químico?

Como a família pode ajudar um dependente químico?

Descobrir que tem um familiar dependente químico não é fácil. Dia após dia a convivência vai ficando cada vez mais difícil  e aos poucos a família vai sendo destruída pelo vício.

Os estragos que as drogas fazem na vida de um dependente químico não atingem só a ele, mas a toda a sua família e tudo a sua volta. Diante de uma situação como essa, o que a família deve fazer para ajudar essa pessoa?

Esse post tem o intuito auxiliar você que se encontra em uma situação parecida. Queremos te ajudar para que saiba como amparar um dependente químico em sua família.

Medidas que a família de um dependente químico deve tomar

A dependência química é uma doença e  quem usa a substância dificilmente reconhece isso, o que acaba impedindo que se busque ajuda ou se queira tratar.

O papel da família é importante nesse aspecto, pois é ela que deve tomar a  decisão de internar o ente querido o mais rápido possível. Quanto mais rápido a doença for tratada, melhores serão os resultados do tratamento.

Antes de buscar ajuda, existem algumas medidas que a família pode tomar para tentar melhorar esse quadro.

 

  • Evitar julgamentos: A pior forma de agir com um dependente químico, é com julgamentos e condenações. A pessoa está doente e não se julga ou condena indivíduos em tais condições.
  • Amor e pulso firme: Toda abordagem deve ser feita com amor e paciência, mas a família jamais deve ceder aos desejos do dependente, devendo ter pulso firme e controle da situação.
  • Isolar o dependente não resolve: É comum os familiares tomarem esse tipo de atitude acreditando que isso fará o dependente parar de usar drogas, o que é um erro e pode levar o usuário a se sentir sozinho e rejeitado, agravando o quadro.
  • Não se sentir culpado: É importante que o familiar de um dependente não se sinta culpado pela doença e perceba que não pode controlar esse mal ou até mesmo curar seu ente querido. Só assim se pode evitar a co-dependência.
  • Dificultar o acesso do dependente químico às drogas: Uma mudança comportamental da família em relação a substâncias é de suma importância. Evite bebidas e cigarros dentro de casa e não leve o dependente a festas que tenham acesso livre a esses itens também.

Intervenção

Intervir é a melhor forma de ajudar.  É uma decisão muito difícil de ser tomada, especialmente quando o dependente não está de acordo, mas é extremamente necessária.

Se você se encontra em uma  situação como essa e não sabe o que fazer, procure o Grupo Recomeço. Lá você poderá entender melhor a doença, conhecer os tratamentos e receber todo auxílio essencial.

Grupo Recomeço conta com um quadro de profissionais totalmente capacitado e especializado na área de dependência e apresentará a você as melhores opções de tratamentos e planos que atenderão ao seu perfil financeiro.

Como Internar um Dependente Químico?

Como internar um dependente químico?

Como internar um dependente químico?

A escolha de internar um parente com dependência química é um fator decisivo na sua recuperação e nos resultados do seu tratamento. Tomar essa decisão não é um passo fácil para a família, principalmente se for contra a vontade do dependente.

É comum surgirem dúvidas, receios, pensamentos de culpa e muita insegurança.  Afinal, como internar um dependente químico? É possível fazer isso contra a sua vontade?

Qual é a diferença entre as internações?

Atualmente existem três tipos diferentes de internações, cada uma delas atende a uma situação diferente, mas todas com um mesmo objetivo: internar e recuperar o dependente. Conheça-os a seguir.

 

 

  • Internação Involuntária: Geralmente é solicitada por um membro da família ou alguém mais próximo ao dependente, sendo feita sem o seu consentimento. O pedido da internação deve ser feito por escrito, após avaliação médica psiquiátrica.
    O estabelecimento para onde o dependente for levado deve notificar o Ministério Público Estadual em até 72 horas, informando sobre a internação e os motivos que levaram a ela. O objetivo dessa notificação é evitar acusações de cárcere privado.
  • Internação Compulsória: Essa, por sua vez, é cumprida através de uma determinação judicial, podendo ser executada sem o consentimento do dependente e até sem a aprovação de um familiar. O pedido deve ser feito por um médico, declarando que o indivíduo em questão não tem mais controle sobre a própria condição física e psicológica. Caberá ao juiz avaliar e decidir se a internação compulsória é necessária.
  • Internação Voluntária: Nesse caso, as coisas acontecem de uma forma mais simples para ambos os lados, pois essa internação é feita com o consentimento do dependente. Ele é quem decide ir em busca de ajuda e aceita os cuidados médicos e tratamento de livre e espontânea vontade. O término dessa internação pode ser pedido pelo próprio paciente ou pelo médico responsável.

Quando devo recorrer à internação?

A necessidade de internação aparece quando o indivíduo se torna um dependente, pois, ele já está tomado por um processo compulsivo de uso da substância não conseguindo, muitas vezes, pedir ajuda ou buscar tratamento.

A família deve buscar ajuda médica assim que notar os primeiros sinais da doença. Se restar alguma dúvida em relação à internação, o Grupo Recomeço está a sua disposição para esclarecer todas as suas dúvidas e traçar o melhor plano de tratamento para o dependente químico.

Tipos de tratamentos para dependentes quimicos

Tipos de tratamentos para dependentes químicos

Tipos de tratamentos para dependentes químicos

O tratamento contra a dependência química deve ser personalizado, levando em conta a individualidade de cada paciente, o que funciona melhor para um, pode não funcionar tão bem para o outro.

Tudo deve ser planejado a curto e longo prazo, em diferentes estágios. Cada etapa pode precisar de diferentes cuidados. Com o tempo, as necessidades do paciente vão mudando. É importante que a permanência no tratamento seja pelo tempo adequado.

Existem tipos diferentes de tratamentos para dependentes químicos e listaremos abaixo os mais comuns e conhecidos.

  • Grupo de ajuda ou apoio: Esses grupos são bastante conhecidos. O tratamento é baseado em reuniões. Nelas, os dependentes químicos escutam histórias de pessoas que passaram ou ainda passam pelas mesmas situações que eles, recebem conselhos de especialistas, apoio e podem se sentir à vontade para se abrir também.
  • Tratamento Ambulatorial: Nesse tratamento, o paciente pode manter suas atividades normais, porém faz visitas regulares à clínica para um acompanhamento com o terapeuta e, se preciso, com o psiquiatra. Em decorrência do convívio social, as chances de recaídas são maiores, o que requer vigilância redobrada.
  • Internação em Comunidades terapêuticas ou Clinicas de Reabilitação: Nesse tratamento, o dependente passa um tempo determinado nessas unidades. Fica longe de seu convívio social, de suas atividades rotineiras e passa por etapas diferentes de tratamento. O tempo de internação varia de acordo com a avaliação médica.

 

Qual função da desintoxicação durante o tratamento?

O processo de desintoxicação é muito importante para recuperação das drogas e deve ser acompanhado por um médico especializado na área para assim garantir o sucesso nos resultados.

Nessa etapa, o paciente deve parar o uso da substância aos poucos, pois os riscos de uma parada repentina podem ser muito grandes e devastadores ao paciente, principalmente se a dependência ocorre há um longo tempo.

Muitas vezes é necessário o uso de medicação para auxiliar o paciente a lidar com as crises de abstinência. Esse processo deve ser feito com o acompanhamento de um especialista. Ele é quem vai decidir qual medicamento e dosagem são adequados.

Agora que você já conhece um pouco sobre alguns dos tratamentos para dependência química, se tiver interesse em buscar ajuda e Clínicas que ofereçam esses tratamentos, entre em contato com uma das unidades do Grupo Recomeço.

Venha nos fazer uma visita e conversar com um profissional para esclarecer todas as sua dúvidas, conhecer o local e fazer sua escolha de forma mais segura e confiante.

Como lidar com um dependente químico?

Como lidar com um dependente químico?

Como lidar com um dependente químico?

Muitas pessoas ainda pensam que a dependência química está ligada à fraqueza ou à falta de caráter. Lidar com pessoas que pensam dessa forma torna o processo de recuperação de um dependente ainda mais difícil.

Veja algumas dicas de como lidar com um dependente, sendo ele da sua família ou não.

  • Conheça a doença: Um dos passos principais para lidar com o dependente químico é conhecer a doença, seus mitos e suas verdades. Entender como a droga age, quais alterações ela ocasiona no comportamento do usuário e seus riscos é fundamental.
  • Descubra o que fazer: Tentar mudar e controlar a vida e o vício do outro só piorará as coisas. O ideal é que você mude seu próprio comportamento. Por exemplo, evite beber ou fumar perto ou levar o dependente a lugares onde ele terá fácil acesso a essas substâncias. Ofereça outras formas de socializar.
  • Não o ajude com o vício: Nunca, sob nenhuma circunstância, dê dinheiro para ele comprar drogas nem facilite isso. Não encubra o vício do seu ente querido nem invente desculpas ou justificativas.
  • Defina Limites: Não ceda às manipulações e evite abusos e qualquer tipo de ameaça. Avalie que comportamentos são aceitáveis e quais estão passando dos limites. Abusos físicos e psicológicos, principalmente se envolverem crianças e idosos, são inaceitáveis.
  • Procure ajuda para você: Lidar ou conviver com um dependente químico não é uma tarefa fácil. Isso pode te afetar de forma emocional, física e mental, portanto, é importante que você procure ajuda para si próprio. Existem grupos de apoio para auxiliar familiares e amigos de dependentes químicos. Terapia também é uma opção.
  • Foque nos resultados positivos: Elogie os esforços e cada conquista, mesmo que sejam pequenos. Comemore e incentive-o a sempre fazer progressos.
  • Evite julgamentos: Julgamentos e condenações não ajudarão o dependente químico em nada, muito pelo contrário, só o afastarão, o que acabará alterando seu comportamento e o induzindo ainda mais a usar a droga.

Ao se lidar com um dependente químico, deve-se levar em consideração que ele é uma pessoa e não somente um viciado. O dependente químico porta uma doença e precisa de ajuda e tratamento.

Se você conhece alguém que esteja sofrendo com a dependência química e quer ajudá-lo, procure o Grupo Recomeço.

Temos unidades em São Paulo, onde você poderá conversar com um profissional especializado e saber como proceder e qual próximo passo a ser dado para recuperar o dependente.

No Grupo Recomeço, o paciente tem acesso a ótimos planos de tratamentos e conta com acompanhamento de especialistas. Sua família também recebe o apoio necessário. Visite-nos!

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